Arquivo do mês: junho 2012

Hamilton Assis é o candidato a prefeito pela Frente Capital da Resistência

A candidatura do pedagogo Hamilton Assis foi homologada na Convenção realizada na manhã deste sábado, 30, pela Frente Capital da Resistência (PSTU, PCB e PSOL). A enfermeira Nise Santos é a candidata a vice-prefeita.

Em seu discurso de aceitação da candidatura Hamilton Assis disse que a Frente Capital da Resistência é herdeira daqueles que deram até mesmo a sua vida em defesa da liberdade, da democracia e de uma sociedade igualitária. Lembrou-se das grandes revoltas populares e citou o comunista baiano Carlos Marighella como exemplo de doação em prol de uma causa. Emocionado disse que “gostaria de pedir a benção aos meus ancestrais, os indígenas e afrodescendentes, e a todos os lutadores do nosso povo que deram a sua vida para que pudéssemos estar aqui hoje”. Lembrou como exemplo a dedicação de Plínio de Arruda Sampaio, presente ao evento, “sua vida é dedicada desde a juventude a causas sociais como a reforma agrária. Mesmo lutando contra graves problemas de saúde não abandonou por nenhum momento a campanha presidencial em 2010. Aprendi muito e tenho extremo orgulho de fazer parte deste ideário e desta luta”.

O candidato da Frente Capital da Resistência criticou duramente o governador Jaques Wagner. “Fui diretor do Sindicato dos Químicos na mesma época que ele. Hoje vejo quem foi eleito como esperança, como mais uma insubordinação dos oprimidos, mostrar-se um tirano. É só verificar o seu comportamento agora com a greve dos professores e professoras para verificar, para constatar que Wagner traiu os princípios que um dia disse defender. Move-se e orienta-se pelos interesses da grande indústria, do agronegócio e das empreiteiras. Em resumo, reza por uma cartilha escrita nos 40 anos de dominação política carlista e assume as referências ideológicas seculares dos dominantes. No seu governo a educação vem sendo precarizada e a saúde vendida através da parceria público-privada”.

“Neste ano faço 50 anos de idade e o número de meu partido é 50. Não acredito em coincidência e isso é um bom sinal”, brincou Hamilton Assis acrescentando que “há muito por se fazer e não sou candidato de mim mesmo. Sou apenas representante de milhares de lutadoras e lutadores que estão nos movimentos que crescem a cada dia e que estão aqui representados nesta convenção. Nosso povo se movimentou. Disse não à incompetência e a exclusão. Chegou a nossa vez. A Frente Capital da Resistência tem como programa governar para o povo. Não queremos enganar ninguém. Temos um lado bem definido e é com este setor que queremos governar, os trabalhadores e o povo de Salvador”.

Lembrou também que Salvador foi palco de contestação à dominação e exploração desde os idos da Colônia, a Bahia, representa a contradição entre as desigualdades sociais, raciais e econômicas, e a força cultural que expressa a coragem do seu povo manifestada na resistência negra, indígena, feminista e popular. “Liberdade, igualdade e democracia foram eixos fundamentais para os integrantes da Revolta dos Búzios, que nos inspira e que criticou de forma profunda às elites baianas da época. Suas propostas não só orientaram quatro décadas de lutas populares finalizadas com a Revolta da Sabinada, mas permanecem atuais”, afirmou Hamilton Assis.

Hamilton Assis finalizou assumindo o compromisso que a Frente Capital da Resistência defende de promover a descentralização administrativa e política, dotar a cidade de uma saúde e educação públicas, gratuitas e de qualidade, investir prioritariamente nos bairros populares, combater a criminalização do movimento social e atuar contra o extermínio da juventude negra e pobre. “Propomos um programa construído e defendido por amplas parcelas da população, amparado por um Orçamento Participativo Deliberativo, aprovado por um Congresso da População de Salvador”.

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Hilton Coelho: “Marcaram nosso corpo, mas não escravizaram nossa alma. Venceremos!”

Coube a Hilton Coelho, como vice-presidente do PSOL Estadual, apresentar a Frente Capital da Resistência. Mais conhecido popularmente como Hilton 50, protagonizou um dos momentos mais emocionantes da convenção realizada no sábado, 30. Fez uma referência à presença de Plínio de Arruda Sampaio e de seu “significado simbólico para a luta pelas transformações sociais que o Brasil necessita. Lembro-me de sua lição quando da primeira vitória do presidente Lula. Ele disse que o Brasil precisava muito mais de uma liderança que de um presidente. Hoje estamos aqui para afirmar que nunca abandonaremos nosso compromisso com a luta popular. Nunca deixaremos nossos princípios de lado e trairemos o anseio popular”, afirmou.

Hilton Coelho classificou a atual campanha eleitoral como extremamente dura. “Estamos orçando nossa campanha em R$ 300 mil para a majoritária e R$ 100 mil para a proporcional. Temos a certeza que não gastaremos ou arrecadaremos tudo isso. Nossa campanha não é financiada pelas grandes empreiteiras ou por aqueles que sugam recursos públicos que deveriam ser gastos com nosso povo. Vamos enfrentar, sim, todas as máfias que dominam Salvador. Esse é o nosso compromisso”.

O socialista fez uma profunda autocrítica da postura das forças que hoje compõem a Frente Capital da Resistência (PSTU, PCB e PSOL). “Tínhamos e temos muito mais unidade que divergências. Deveríamos estar unidos, mas saímos separados. Hoje estamos juntos e o projeto de uma administração socialista para Salvador será levado à população de forma unificada mesmo com todas as dificuldades financeiras que teremos. Em 2010, tive mais de 20 mil votos para deputado com uma campanha que não teve uma placa espalhada pela cidade, apenas com panfletos, e vai ser nessa perspectiva novamente, escassa de material, mas rica de ideias e dedicação das pessoas que faremos a atual e mostraremos que Salvador tem jeito”.

Sobre a possibilidade eleitoral da Frente Capital da Resistência, Hilton Coelho avalia que muitos candidatos da chapa proporcional têm densidade eleitoral para aspirar uma cadeira na Câmara Municipal. Além de meu nome que ganhou notoriedade graças à ação coletiva, temos também os de Marcos Mendes (PSOL), Renata Guena (PSTU) e de Sandro Santa Bárbara (PCB), dentre outros. Precisamos de mandatos que representem e se articulem com os movimentos sociais. Salvador deve deixar de ser um território de negociata fácil, um balcão de negócios”.

Hilton Coelho finaliza lembrando a razão de ser da Frente Capital da Resistência. “Queremos ser herdeiros dignos da história de luta de nossa terra. Foi aqui que se deu a Revolta dos Alfaiates, a Revolta dos Malês, a Sabinada e tantos outros movimentos no passado e no presente. Vamos lutar para que a população assuma para si a luta de reconstrução de Salvador e que ela seja da maioria hoje excluída”.

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Nise Santos: Frente Capital da Resistência (PSOL, PSTU e PCB) tem como vice uma negra, da periferia, da luta pelo socialismo

Na convenção que homologou a candidatura de Hamilton Assis à prefeitura de Salvador um dos destaques foi a enfermeira Nise Santos, do PSTU. Negra, jovem e moradora da periferia, ela afirmou que “nossa luta é para mostrar à população que nós da Frente Capital da Resistência (PSOL, PSTU e PCB) estamos juntos em todas as lutas dos trabalhadores. Nós aqui não nos unimos por tempo na televisão e sim para fazer avançar a luta do nosso povo. Aqui estão as lutadoras e lutadores por uma sociedade igualitária”.

A respeito da presença de negros em todas as chapas inscritas ela diz que “esse é mais uma de nossas tarefas. Queremos mostrar que as negras e negros que estão servindo de vice nas demais chapas não nos representam. Não estão ligados à efetiva luta contra o racismo que passa pela luta em defesa do socialismo”, afirma Nise Santos.

“Para nós as eleições representam um período em que os lutadores e lutadoras podem realizar um tribunal contra a exploração”. Nise Santos acrescenta que o período eleitoral “é o momento em que aqueles que detêm o poder são obrigados a ouvir nossas acusações, nossas críticas e as nossas propostas para uma Salvador que sirva à maioria e não apenas àqueles que hoje se beneficiam do poder”.

Como profissional da área de saúde ela destaca que o sistema de saúde de Salvador é aquém do que deveria ser. Ele passa por muitos problemas. Um deles é a estrutura da rede de serviços, um reflexo do que é no estado da Bahia, mas a centralização na capital faz com que o sistema necessite atender demandas do interior. “A Frente Capital da Resistência tem como foco cuidar daqueles que sempre foram excluídos, os moradores dos bairros periféricos. “O Subúrbio da capital tem três pontos importantes que serão trabalhados por nós. O primeiro é a questão do emprego e renda. As pessoas precisam ter uma renda para sobreviver e, para isso, necessitam de formação profissional. A segunda é que a periferia é um local com grande déficit de moradia. São esses dois pontos aliados a um terceiro já falado, a saúde”.

Nise Santos encerra fazendo uma avaliação do que deve ser o processo eleitoral 2012. “Vão ser eleições muito difíceis, polarizadas entre o PT e a direita carlista, e estes dois grandes blocos ainda alimentam as esperanças da população, da classe trabalhadora inclusive. A gente acha que é com muita unidade que entraremos nesta disputa. A gestão desastrosa de João Henrique fez com que diversos setores populares de Salvador tivessem uma experiência que incitasse a mobilização. Desde já nos consideramos a Frente Capital da Resistência como vencedora porque fortalecerá todas as lutas sociais em andamento e mostraremos que existe esperança, sim, de construção de melhores dias para Salvador, a Bahia e o Brasil”.

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PSTU, PCB e PSOL lançam Hamilton Assis candidato a prefeito

Com a presença de Plínio Arruda Sampaio, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) realiza em Salvador neste sábado, 30, a convenção municipal do PSOL na Associação dos Funcionários Públicos da Bahia, Rua Carlos Gomes, 95, Centro. A convenção homologará o pedagogo Hamilton Assis candidato a prefeito de Salvador.

A candidata a vice-prefeita será a enfermeira Nise Santos, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). A Frente Capital da Resistência é composta também pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) que fará sua convenção municipal conjuntamente com a do PSOL. A convenção do PSTU realiza-se nesta sexta-feira, 29, na sede do partido.

“A presença de Plínio de Arruda Sampaio, que foi candidato a presidente da República do PSOL em 2010 e de quem fui candidato a vice-presidente, representa uma honra, pois é um símbolo da luta pela construção de uma sociedade igualitária e justa”, afirma Hamilton Assis.

Estarão presentes também Sandro Santa Bárbara, ex-candidato a governador pelo PCB; Marcos Mendes, ex-candidato a governador do PSOL e Hilton Coelho, o Hilton 50, que foi candidato a prefeito do PSOL em 2008. Os três serão agora candidatos a vereador da coligação que terá outros 50 candidatos à Câmara Municipal.

Hamilton Assis destaca que “a militância dos três partidos que formam a Frente Capital da Resistência (PSOL, PSTU e PCB) está muito animada com a reconstituição da frente de esquerda que em 2008 se unificou em Salvador e garantiu uma importante vitória política. Convidamos todo o povo a participar deste ato político da única candidatura verdadeiramente de esquerda em Salvador. Todas as demais estão ou estiveram participando das diversas administrações de Salvador e pouco fizeram”.

Hamilton Assis

Hamilton Assis é pedagogo e como educador trabalha na rede municipal de Salvador. Contribui para a reflexão de um novo projeto educacional que assegure uma educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis, que considere nossa ancestralidade e a contribuição dos povos africanos e indígenas em seus elementos de identificação indispensáveis para garantir uma perspectiva libertadora.

Ele é presidente do PSOL em Salvador. Sua história perpassa o movimento eclesial de base e de bairros na década de 80, assim como as lutas por liberdades democráticas durante a ditadura militar. Esteve na luta dos estudantes, assim como contribuiu para a organização dos trabalhadores rurais, da categoria dos petroleiros, petroquímicos, metalúrgicos, e trabalhadores terceirizados das áreas de vigilância, limpeza e construção civil na Região Metropolitana de Salvador (RMS), assim como servidores públicos das três esferas. Foi dirigente da CUT-BA entre 1993 e 1996 e hoje é um dos articuladores da Intersindical, nova central de esquerda.

Lançamento do livro de Plínio de Arruda Sampaio: Por que participar da política?

Plínio de Arruda Sampaio, durante o evento, fará o lançamento em Salvador do livro “Por que participar da política?”, pela Editora Sarandi.

“Com este livrinho busco contribuir no debate sobre a importância da organização popular autônoma e da militância partidária para enfrentar o sistema capitalista. O livro aborda a formação do Estado brasileiro, os sistemas de governo parlamentarista e presidencialista, a Nova República e os impactos cotidianos da ação política na vida dos brasileiros – em sete capítulos e 64 páginas. É um convite a que os leitores, especialmente a juventude, conheçam e participem da vida política nacional, a partir da compreensão do que perdemos por nos desinteressar da política e o que ganhamos procurando entendê-la”, afirma Plínio de Arruda Sampaio.

Serviço
**Convenção Municipal do PSOL Salvador e do PCB
**Sábado, 30 de junho, das 9 às 12 horas.
**Auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia, Rua Carlos Gomes, 95, Centro.

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GovernaDOR Jaques Wagner (PT) recepcionado com vaias em Cachoeira

Em greve desde 11 de abril (e ocupando a Assembleia Legislativa desde 18 de abril) as professoras e professores recepcionaram a altura o governaDOR Jaques Wagner (PT): com protestos.

A falta de palavra e autoritarismo em não abrir negociações com a categoria manteve a rotina de protestos. Nesta segunda-feira (25), docentes e simpatizantes do movimento grevista voltaram a vaiar o chefe do Executivo estadual, desta vez em Cachoeira, no Recôncavo baiano, para onde a sede do governo foi transferida, simbolicamente, em comemoração às lutas pela Independência da Bahia.

O protesto ocorreu em frente à Igreja do Convento do Carmo, onde Wagner acompanhou a celebração do “Te Deum”, missa cantada que homenageia os heróis da Independência. Apesar de a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), que comandou a celebração, tentar abafar os sons que vinham de fora do templo, os gritos de protesto não paravam de ecoar na Igreja.

No vídeo abaixo, que deve e pode ser divulgado amplamente, os educadores e educadoras entoaram diversos gritos de protesto. “Povo unido é povo forte. Não teme a luta, não teme a morte. A luta é minha, a luta é sua. Chega pra cá, porque a greve continua. Ele, ele é traidor, é traidor, é traidor. Governo ordinário, não deu o piso e cortou o meu salário.”

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Fazenda de brasileiros no Paraguai é 1ª ocupação de terra pós-Lugo, diz jornal

Uma fazenda pertencente a dois brasileiros se tornou o primeiro terreno a ser ocupado por sem-terras no Paraguai desde o impeachment do presidente Fernando Lugo e a posse de Federico Franco, na sexta-feira (22/06), segundo informou o jornal paraguaio Última Hora, em sua versão eletrônica.

De acordo com o diário, a fazenda conhecida como Ex-La Reina, de 1.982 hectares e situada no distrito distrito de Capiibary, pertence aos brasileiros Clóvis Vieira e Troiler Omar.

Um total de 90 famílias de sem-terra teriam ocupado o terreno dos dois brasileiros que conta com plantações de milho e de soja.

Um conflito entre trabalhadores sem-terra e policiais que deixou 17 mortos deu início ao processo movido pela oposição que resultou no impeachment de Lugo.

Ameaça

De acordo com os sem-terra que ocuparam a fazenda, os fazendeiros promoviam a fumigação indiscriminada em seu terreno, o que ameaçava a comunidade que residia nos arredores.

Um dos líderes camponeses que participou da invasão, Milcíades Quintana, afirmou, em entrevista ao jornal, que os trabalhadores rurais vinham tentando comprar a fazenda há nove anos, mas que o processo estaria paralisado.

O advogado Ruben Sosa, que representa os fazendeiros brasileiros disse ao Última Hora que a invasão fere os direitos de seus clientes, porque os impede de trabalhar.

O advogado afirmou também que espera que o Ministério Público determine a prisão dos invasores.

Fonte: BBC

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Movimentos sociais apontam construção de uma nova sociedade e falência da Rio +20

Os movimentos sociais avaliam que a Conferência da ONU repetiu “o falido roteiro de falsas soluções defendidas pelos mesmos atores que provocaram a crise global”. Sobre esse ponto, o coordenador do MAB, Robson Formica, acredita que não há saídas dentro do atual sistema.

A Cúpula dos Povos, evento organizado por movimentos sociais paralelo à Rio +20, encerrou suas atividades na última sexta-feira (22). Foram mais de dez dias de debates e lutas populares que tiveram a participação de cerca de 30 mil pessoas. No documento final, os ativistas apontam para “o desafio urgente de frear a nova fase do capitalismo”. Eles também defendem novas relações entre os seres humanos e a natureza.

Sobre a Rio +20, os movimentos sociais avaliam que a Conferência da ONU repetiu “o falido roteiro de falsas soluções defendidas pelos mesmos atores que provocaram a crise global”.

Sobre esse ponto, o coordenador do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Robson Formica, acredita que não há saídas dentro do atual sistema.

“Os povos, os movimentos sociais, os lutadores, devem buscar construir a partir das suas organizações, das suas articulações, novas perspectivas para a questão da indústria extrativa e da energia. Não será pelas soluções falsas apontadas pela economia verde, do capitalismo verde, que nós vamos resolver os problemas do povo. Nós não estamos dispostos a construir alternativas à crise econômica, nós estamos dispostos a construir um novo modelo de sociedade.”

Outro tema debatido no evento foi o feminismo, como comenta a integrante do Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Lígia Bensadon.

“Para mudar o mundo, tem que mudar o espaço da mulher, que tem que ocupar o poder e ser protagonista assim como os homens: os mesmos direitos, os mesmos acessos. Com mais mulheres agindo, denunciando a violência, sendo autora e se organizando em grupos produtivos.”

**De São Paulo, da Radioagência NP, com entrevistas da Agência Pulsar, Vivian Fernandes. Clique aqui e ouça a matéria.

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