Nesta sexta-feira, 24, reunião para discutir situação das universidades estaduais baianas #ABahiaQuerResposta

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*Aduneb

Como resultado da reivindicação por maior orçamento às Universidades Estaduais da Bahia (Ueba), o governo do estado confirmou reunião com o Fórum das Associações dos Docentes (ADs), nesta sexta-feira, 24, às 10h, na Secretaria Estadual da Educação (SEC).

Para que a primeira reunião pudesse acontecer no dia 8 de abril, após quatro meses de silêncio e descaso do governo estadual, foi necessário que a comunidade acadêmica das Ueba ocupasse a entrada da SEC com mais de 500 manifestantes. Segundo a diretoria da Aduneb, apesar da reunião, não aconteceram avanços relacionados à pauta central das reivindicações, ou seja, o aumento do repasse orçamentário para, no mínimo, 7% da Receita Líquida de Impostos.

Para essa segunda reunião, o recado dos professores que compõem o Fórum das ADs é claro: se o governo não apresentar avanços concretos na questão orçamentária, a categoria irá convocar assembleias e pautar a greve por tempo indeterminado. Motivos que poderão levar as Ueba à greve não faltam. Os problemas e impactos causados pela crise orçamentária foram o assunto de uma matéria especial no site da Aduneb, em 30 de março.

Por deliberação realizada em assembleia geral, nesta sexta-feira (24), dia da reunião com o governo, um carro de som estará no campus I, nos horários de intervalos das atividades acadêmicas (manhã 10h, tarde 15h, noite 20h). O objetivo é informar a comunidade acadêmica sobre o desenrolar das negociações e esclarecer sobre a crise financeira das Ueba. A Aduneb solicita aos professores do campus de Salvador ou que estejam na capital baiana, neste dia 24, e que tenham disponibilidade de comparecer à SEC, às 10h, a entrarem em contato com o sindicato.

Uneb, UEFS, UESB e UESC já estão em estado de greve. As próximas assembleias que poderão definir a radicalização do movimento acontecerão nas quatro estaduais da Bahia, entre 04 e 08 de abril. Os professores ressaltam que estão abertos ao diálogo, mas não à enrolação. Sucateamento, precarização, falta de verbas, déficit no quadro de vagas de docentes e técnicos, ausência de permanência estudantil, atrasos nos pagamentos de bolsas-auxílio e serviços terceirizados. Chega! A luta é pela valorização das universidades estaduais enquanto patrimônio público do povo baiano.

#ABahiaQuerResposta

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