Acusados por chacina em Miraporanga são condenados

Quatro homens foram condenados por triplo homicídio ocorrido em março de 2012. As vítimas pertenciam ao Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST). As condenações, juntas, somam 99 anos de prisão em regime fechado.

Quatro homens foram condenados por triplo homicídio ocorrido em março de 2012. As vítimas pertenciam ao Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST). As condenações, juntas, somam 99 anos de prisão em regime fechado.

*Fonte: Correio de Uberlândia

José Alves de Sousa, Rafael Henrique Afonso, Willian Gonçalves da Silva e Rodrigo Cardoso Fric, acusados de matar três pessoas de uma mesma família, em março de 2012, no Distrito de Miraporanga, em Uberlândia, foram condenados, juntos, a 99 anos de prisão em regime fechado. O júri popular aconteceu nesta segunda-feira (23) e durou cerca de 15 horas. (Imagem ao lado mostra as três vítimas)

O crime ocorreu durante uma emboscada quando a família de agricultores do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) saía de uma reunião de coordenadores de ocupações do grupo.Valdir Dias Ferreira, Milton Santos Nunes da Silva e Clestina Leonor Sales Nunes foram baleados e morreram no local da emboscada em uma estrada vicinal que dá acesso à rodovia MG-455. O neto de Clestina Nunes e Milton Silva, de 5 anos, estava no veículo no momento do crime, porém não teve nenhum ferimento.

Seis pessoas foram apontadas no inquérito policial como envolvidas no crime, quatro delas foram pronunciadas pela Justiça e foram julgadas pelo Tribunal do Júri e as outras duas foram consideradas inocentes.

José Alves de Sousa foi acusado de planejar o crime e foi condenado a 15 anos de prisão. Ele teria contado com a ajuda de Rafael Henrique Afonso e Willian Gonçalves da Silva para levantar informações sobre a família da vítima na chacina. Rafael e Willian também teriam encontrado Rodrigo Cardoso Fric e o levado ao local do crime. A dupla foi condenada a 39 anos de detenção cada. Rodrigo, apontado como o homem que baleou as vítimas, recebeu 45 anos de prisão como condenação.

O crime teria sido motivado por, supostamente, Clestina Nunes ter denunciado um local em que José Sousa guardava drogas em uma ocupação do MLST em Uberlândia. O entorpecente foi apreendido na ocasião.

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