ONU autoriza Palestina a hastear bandeira na sede da organização

Assembleia Geral da ONU aprovou esta quinta-feira uma resolução que permite hastear bandeiras de estados observadores na sede das Nações Unidas. O documento foi aprovado com 119 votos a favor, oito contra e 45 abstenções. Estados Unidos e Israel opuseram-se, enquanto França, Rússia e China votaram a favor. Portugal absteve-se.

Assembleia Geral da ONU aprovou esta quinta-feira, 10, uma resolução que permite hastear bandeiras de estados observadores na sede das Nações Unidas. O documento foi aprovado com 119 votos a favor, oito contra e 45 abstenções. Estados Unidos e Israel opuseram-se, enquanto França, Rússia e China votaram a favor.

*Esquerda.net

Assembleia Geral da ONU aprovou esta quinta-feira uma resolução que permite hastear bandeiras de estados observadores na sede das Nações Unidas. O documento foi aprovado com 119 votos a favor, oito contra e 45 abstenções. Estados Unidos e Israel opuseram-se, enquanto França, Rússia e China votaram a favor. Portugal absteve-se.

O primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, afirmou, em declarações em Paris, que a resolução será “um passo do caminho para a Palestina ser um membro pleno das Nações Unidas”.

“Trata-se de uma medida simbólica”, avançou o representante palestino junto da ONU, Riyad Mansour, vincando, contudo, que a iniciativa vai “reforçar os alicerces do Estado Palestino” e dará ao povo palestino uma “luz de esperança” numa altura em que o processo de paz com Israel está num impasse total.

Já o presidente Mahmud Abbas, citado pela agência oficial Wafa,agradeceu aos “países que, votando para que a bandeira palestina seja hasteada na ONU, se colocaram ao lado do direito e da justiça”.

“A luta continuará até que esta bandeira palestina ondeie na nossa capital eterna, Jerusalém ocupada”, acrescentou a partir de Ramallah, na Cisjordânia ocupada.

Israel e EUA criticaram a medida. O Embaixador cessante de Israel, Ron Prosor, afirmou que o hastear da bandeira não irá mudar nada no terreno para o povo palestino.

“Esta é uma tentativa flagrante de sequestrar a ONU”, acusou o representante israelita.

O Departamento de Estado americano, por sua vez, chamou a medida de “contraproducente”, dizendo que ela não ajuda nos esforços de reconciliação entre as partes.

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