SINDPOC repudia assédio moral a escrivã da Polícia Civil em Iaçu

NOTA DE REPÚDIO

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC) e o Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado da Bahia – AEPEB SINDICATO, vem a público repudiar as atitudes e comportamento desrespeitosos, arbitrários e assediosos perpetrados pelo atual Delegado Titular da DT de Iaçu/BA, segundo denúncias relatadas pela escrivã da Policia Civil lotada naquela unidade policial, que declara ter sofrido assédio moral e abuso de autoridade por parte do Delegado Titular (01 ano de Polícia Civil, foi investigador em Alagoas), no intuito de obrigar a escrivã realizar as atribuições inerentes ao cargo delegado, culminando com ameaça de remoção ilegal e imotivada da colega Escrivã. Inclusive, a referida autoridade se portou de forma descortês com o representante do SINDPOC em visita àquela DT. Lamentamos que a violência de gênero seja realidade intensa e constante no interior das instituições policiais, sendo ainda prevalecente o silenciamento de casos de assédios e discriminações.

No Brasil, segundo dados, cerca de 40% das mulheres policiais, afirmam, já terem sofrido assédio moral ou sexual no ambiente de trabalho. A naturalização de estruturas machistas deve ser confrontada e rompida para alçar a superação de violências e desigualdades em razão do gênero. Para tanto, o combate a qualquer tipo de assédio deve ser firme no propósito de garantir que tais fenômenos sejam erradicados, assegurando as corporações ambientes seguros a todas(os) as(os) policiais.

O SINDPOC-BA e o AEPEB SINDICATO repudiam a todo e qualquer tipo de violência, principalmente em decorrência de gênero, e não admitem nem compactuam com qualquer forma de assédio ou abuso de autoridade contra os policiais civis, principalmente contra uma mulher. E entendem que a hierarquia não se confunde com o arbítrio e não pode e nem deve ser utilizada como motor para o agravamento dos efeitos maléficos do assédio moral e do abuso de autoridade.

Ratificamos o nosso compromisso na defesa dos direitos dos policiais civis, mormente das mulheres policiais. Faz-se necessário a apuração rigorosa dos relatos apresentados por Quézia Freitas, e que consequentemente sejam tomadas as devidas providências.
As entidades referidas reforçam a necessidade de todos os policiais civis que forem submetidos a qualquer tipo de violência, gênero, raça, sexual, ou até mesmo abuso de autoridade devem fazer sua denúncia e notificar o sindicato para as devidas providencias.

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