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Bahia registra 2.239 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

*Sesab

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.239 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 2.330 curados (+0,9%). Dos 277.327 casos confirmados desde o início da pandemia, 263.814 já são considerados curados e 7.695 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (29,29%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.093,26), Almadina (5.911,42), Itabuna (5.305,71), Dário Meira (4.976,66), Salinas da Margarida (4.793,52).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 523.864 casos descartados e 85.558 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (10).

Na Bahia, 24.204 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 44 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 5.818, representando uma letalidade de 2,10%. Dentre os óbitos, 55,81% ocorreram no sexo masculino e 44,19% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 52,53% corresponderam a parda, seguidos por branca com 16,55%, preta com 15,49%, amarela com 0,83%, indígena com 0,10% e não há informação em 14,51% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 75,13%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (76,28%).

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Setembro é mês de alerta para a prevenção do HTLV

*Sesab

Na Bahia, no período de 2012 a agosto de 2020, foram notificados 3.543 casos de HTLV. Destes, 75,8% no sexo feminino (2686) e 21,8% no sexo masculino (856). Segundo dados da diretoria de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), observa-se um aumento gradativo do quantitativo de notificação, e a alta proporção no sexo feminino pode ser motivada, principalmente, pela testagem durante o pré-natal. Desde 2011, o Estado inseriu o HTLV como uma doença de notificação compulsória, por meio da portaria nº. 125 de 24 de janeiro de 2011

Diante desse quadro, é necessário o enfrentamento da infecção pelo HTLV, e com este objetivo, a Divep busca reforçar as condutas preventivas, por meio do sexo protegido, garantia de fornecimento de formula láctea para o Estado, inibidor de lactação nas maternidades e atenção primária, além de outras ações efetivas de promoção e prevenção, com foco na triagem do pré-natal e no cuidado integral ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).

No Brasil, o HTLV I é o subtipo predominante em regiões urbanas, e sua prevalência pode ser mais elevada onde há maior concentração de população afrodescendente, como por exemplo, no Estado da Bahia. O diagnóstico laboratorial é realizado por meio de sorologias para pesquisas de anticorpos HTLV- I/II.

Transmissão

O HTLV pode ser transmitido por relações sexuais, agulhas ou seringas contaminadas, pelo leite materno e pela transfusão de sangue e seus derivados. O aleitamento materno é a principal via de infecção, ocorrendo em 18% a 30% dos lactentes amamentados por mães infectadas, sendo esse risco aumentado quanto maior o tempo de amamentação.

Por essa razão, a prevenção acontece com triagem do papel filtro no pré-natal (na primeira consulta preferencialmente, 1º trimestre e 3º trimestre) e posterior exame confirmatório, e a suspensão do aleitamento nos casos positivos.

A transmissão por meio do sexo é mais eficiente do homem para a mulher, de modo que a infecção se revela mais elevada em mulheres. Neste contexto, a Divep reforça as medidas preventivas, com o uso dos preservativos femininos ou masculinos nas relações sexuais.

Distribuição dos casos

Com relação a distribuição espacial de casos, no ano passado, a Sesab contabilizou 45,4% no Núcleo Regional de Saúde (NRS) Leste, seguidos dos NRS Centro-Leste, com 18,4% dos casos, NRS Sul com 16,3%, NRS Sudoeste com 9,6%, NRS Extremo-Sul com 4%, NRS Nordeste com 2,5%, NRS Centro-Norte com 1,6%, NRS Oeste com 1,2% e, por fim NRS Norte com 1% dos casos de HTLV.

Quando avaliada a faixa etária, no mesmo ano 22,7% dos casos foram notificados entre indivíduos de 25 a 34 anos, 18,4% entre a faixa etária de 35 a 44 anos e 16,1% entre 45 a 54 anos de idade.

O HTLV é um agravo ocasionado pelo vírus linfotrópico de células T humano pertencente à família Retroviridae, a mesma do HIV, porém pertencente ao gênero Deltaretrovirus. Este vírus pode causar algumas doenças, tais como: linfoma cutâneo de células T, paraparesia espástica tropical (HAM/TSP) e contribuir para o surgimento de: uveíte, síndrome de Sjögren linfoma cutâneo de células T, dermatite infecciosa, polimiosite, artropatias, polineuropatias, estrongiloidíase.

Para maiores informações acerca do agravo, pode ser acessado o boletim epidemiológico, disponível no site da SUVISA/SESAB, através do link: http://www.saude.ba.gov.br/agravo/htlv/

Fonte: Divep\Sesab

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Bahia registra 2.691 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

*Sesab

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.691 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +1,0%) e 3.179 curados (+1,3%). Dos 259.418 casos confirmados desde o início da pandemia, 243.876 já são considerados curados e 10.094 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 415 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (30,06%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (5.760,19), Almadina (5.673,50), Itabuna (4.910,82), Dário Meira (4.873,95), Salinas da Margarida (4.685,01).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 483.375 casos descartados e 84.534 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira (1º).

Na Bahia, 22.806 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 51 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 5.448, representando uma letalidade de 2,10%. Dentre os óbitos, 56,06% ocorreram no sexo masculino e 43,94% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 52,20% corresponderam a parda, seguidos por branca com 16,17%, preta com 15,51%, amarela com 0,81%, indígena com 0,11% e não há informação em 15,20% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 75,51%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (76,57%).

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